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Sobre a Eixo Urbano

Gente que prefere clareza a volume de dados

Nascemos dentro de um problema concreto: cidades coletam muita informação e enxergam pouco. Trabalhamos para reduzir essa distância — do sensor em campo ao relatório que chega à mão de quem decide.

Origem

Começou em uma central de operações

Em 2017, parte da nossa equipe trabalhava em uma central de monitoramento e via o mesmo padrão se repetir: dados existiam, mas estavam espalhados em sistemas que não conversavam. A decisão acontecia tarde, quando acontecia.

A Eixo Urbano foi montada para resolver justamente esse intervalo entre o dado e a ação. Começamos com iluminação pública em uma cidade do interior paulista e fomos somando frentes conforme a operação pedia.

Cruzamento urbano visto do alto com vias e faixas de pedestres

Princípio que nos guia

Preferimos entregar um indicador certo a vinte gráficos que ninguém olha. A leitura útil é a que muda uma decisão.

Como pensamos

Princípios de trabalho

Não temos um manifesto de parede. Temos hábitos que aparecem em cada projeto e que o cliente cobra de nós quando esquecemos.

01

Registro de tudo

Decisões técnicas ficam escritas e revisáveis. Quem assume o projeto depois entende por que cada escolha foi feita, sem depender de memória.

02

Dado com dono

Cada informação tem origem, responsável e prazo de retenção definidos. Tratamos dados públicos com o cuidado que a LGPD exige e que a cidade merece.

03

Entrega que opera

Sistema que não é usado no dia a dia é projeto incompleto. Acompanhamos a adoção e ajustamos até a equipe trabalhar com ele de fato.

04

Promessa medida

Falamos do que conseguimos sustentar. Quando há incerteza, ela aparece no relatório, não desaparece em uma frase de efeito.

05

Campo perto da mesa

Quem projeta o painel passa tempo onde o sensor é instalado. Decisão técnica longe da realidade de campo costuma sair cara depois.

06

Tecnologia sóbria

Escolhemos ferramentas pela durabilidade, não pela novidade. A cidade opera por décadas; a nossa tecnologia precisa acompanhar esse prazo.

Quem conduz

Coordenação técnica

Uma equipe enxuta, com responsáveis claros por cada frente. Os nomes abaixo são ilustrativos para fins de demonstração.

Renata Coelho

Direção técnica

Arquitetura de dados e relação com as centrais de operação. Vinte anos entre infraestrutura urbana e sistemas de medição.

André Maranhão

Engenharia de campo

Projeto e instalação da malha de sensores. Cuida para que a coleta sobreviva a chuva, poeira e ao tempo de manutenção real.

Júlia Tavares

Análise e modelos

Indicadores, previsão de demanda e detecção de anomalias. Traduz pergunta de gestor em modelo que se sustenta na prática.

Quer entender se somos a equipe certa?

O jeito mais honesto de saber é conversar sobre o seu caso concreto. Marque uma reunião e contamos o que faríamos — e o que não faríamos.