Registro de tudo
Decisões técnicas ficam escritas e revisáveis. Quem assume o projeto depois entende por que cada escolha foi feita, sem depender de memória.
Sobre a Eixo Urbano
Nascemos dentro de um problema concreto: cidades coletam muita informação e enxergam pouco. Trabalhamos para reduzir essa distância — do sensor em campo ao relatório que chega à mão de quem decide.
Em 2017, parte da nossa equipe trabalhava em uma central de monitoramento e via o mesmo padrão se repetir: dados existiam, mas estavam espalhados em sistemas que não conversavam. A decisão acontecia tarde, quando acontecia.
A Eixo Urbano foi montada para resolver justamente esse intervalo entre o dado e a ação. Começamos com iluminação pública em uma cidade do interior paulista e fomos somando frentes conforme a operação pedia.
Princípio que nos guia
Preferimos entregar um indicador certo a vinte gráficos que ninguém olha. A leitura útil é a que muda uma decisão.
Como pensamos
Não temos um manifesto de parede. Temos hábitos que aparecem em cada projeto e que o cliente cobra de nós quando esquecemos.
Decisões técnicas ficam escritas e revisáveis. Quem assume o projeto depois entende por que cada escolha foi feita, sem depender de memória.
Cada informação tem origem, responsável e prazo de retenção definidos. Tratamos dados públicos com o cuidado que a LGPD exige e que a cidade merece.
Sistema que não é usado no dia a dia é projeto incompleto. Acompanhamos a adoção e ajustamos até a equipe trabalhar com ele de fato.
Falamos do que conseguimos sustentar. Quando há incerteza, ela aparece no relatório, não desaparece em uma frase de efeito.
Quem projeta o painel passa tempo onde o sensor é instalado. Decisão técnica longe da realidade de campo costuma sair cara depois.
Escolhemos ferramentas pela durabilidade, não pela novidade. A cidade opera por décadas; a nossa tecnologia precisa acompanhar esse prazo.
Quem conduz
Uma equipe enxuta, com responsáveis claros por cada frente. Os nomes abaixo são ilustrativos para fins de demonstração.
Direção técnica
Arquitetura de dados e relação com as centrais de operação. Vinte anos entre infraestrutura urbana e sistemas de medição.
Engenharia de campo
Projeto e instalação da malha de sensores. Cuida para que a coleta sobreviva a chuva, poeira e ao tempo de manutenção real.
Análise e modelos
Indicadores, previsão de demanda e detecção de anomalias. Traduz pergunta de gestor em modelo que se sustenta na prática.
O jeito mais honesto de saber é conversar sobre o seu caso concreto. Marque uma reunião e contamos o que faríamos — e o que não faríamos.